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Riscos fiscais: quais os principais e como se proteger 

Por Joel Ireno Hartmann, auditor e sócio da DM 

A gestão de riscos fiscais é hoje um tema estratégico para as empresas. Em um ambiente regulatório complexo e com forte uso de cruzamentos eletrônicos pelo fisco, inconsistências podem rapidamente se transformar em autuações e contingências relevantes. Mais do que cumprir obrigações, é essencial garantir que práticas e registros estejam alinhados à legislação e sustentados por controles confiáveis. 

Principais riscos fiscais 

Com o avanço do SPED e dos cruzamentos eletrônicos, esses pontos têm sido cada vez mais monitorados pelas autoridades fiscais. 

Como reduzir esses riscos 

A mitigação passa por organização e consistência com iniciativas que incluem: 

Essas medidas aumentam a confiabilidade das informações e reduzem a exposição a erros. 

O papel da auditoria 

A auditoria contribui diretamente para a redução de riscos ao oferecer uma visão independente sobre processos e controles. Na prática, permite identificar fragilidades, validar premissas fiscais e antecipar problemas antes de uma fiscalização, fortalecendo a governança e a segurança das informações. 

Empresas que estruturam sua gestão fiscal deixam de atuar de forma reativa e passam a antecipar riscos. Em um cenário cada vez mais fiscalizado e automatizado, investir em controles e consistência não é apenas uma boa prática, é essencial para proteger o negócio.  

Para estruturar uma estratégia que reduza a exposição aos riscos apoiada por especialistas, faça contato com a Dickel & Maffi. 

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