CONFORMIDADE NO SETOR COOPERATIVO – (edição 15 / Ano 03_2019)

Neste boletim, trazemos um resumo dos assuntos apresentados no Seminário de Contabilidade do Setor Cooperativo, promovido pelo CRC RS e Sescoop RS, no dia 23/10/2019, cujo tema foi “Conformidade no Setor Cooperativo: profissional, societária, contábil e tributária”. O evento contou com a participação de profissionais de contabilidade, contadores, consultores e auditores que atuam em Sociedades Cooperativas.

CONFORMIDADE NO SETOR COOPERATIVO

Nas palestras, percebemos o quanto os profissionais que atuam no ramo Cooperativo devem estar atentos e em constante atualização em relação às normas fiscais e contábeis, para atendimento aos órgãos reguladores que acabam por contribuir para as boas práticas de gestão das Cooperativas, principalmente, nos diversos âmbitos que destacaremos ao longo deste boletim.

Conformidade do Profissional Contábil

O painel, apresentado pelo contador e vice-presidente de fiscalização do CRCRS Paulo Comazzeto, destacou os procedimentos que são adotados pelo setor de fiscalização, embasados em fatos e dados sobre leis que regem a profissão contábil, já atualizadas, tais como a Lei 12.249/2010, que trata de informações importantes como a legitimidade para criar Normas Contábeis; sobre educação continuada; cassação do registro profissional; fim do registro técnico em contabilidade e sobre o exame de suficiência.

Também, foi mencionada a resolução 1.554/2018 que trata do registro profissional e a 1.555/2018 das organizações contábeis, além do Decreto Lei 9.295/46 que constitui os conselhos da nossa profissão e discrimina em seu texto, uma série de outras informações que regulamentam o exercício da profissão.

Comazzeto enfatizou que, “enquanto órgão de fiscalização, não buscam a não conformidade, mas sim a conformidade e aquilo que não estiver conforme, será objeto de questionamentos e análises”.

Quando citamos profissionais corretos (em conformidade ética e técnica), esses dois aspectos/características devem andar juntos. O profissional, além de deter a técnica para executar o trabalho deve ser ético. Logo, uma pessoa que não for ética em sua vida fora do ambiente profissional, dificilmente se tornará um profissional ético.

A ética está, intrinsicamente, ligada à conformidade contábil pois, a conformidade/compliance ou gestão de risco, exige que sejamos profissionais éticos.

Destacou as prerrogativas do conselho para a criação de normas contábeis e a normatização da profissão contábil; forneceu alguns dados e ações do CRC RS na área de fiscalização e explicou as diferenças entre os tipos de fiscalizações,
sendo:

Preventiva: é buscar sempre atualizar a prática e o conhecimento dos profissionais da área através da educação continuada, palestras, seminários, orientações fiscais presenciais ou eletrônicas.

Operacionais: é o trabalho mais focado na fiscalização, nas denúncias e ações fiscalizatórias decorrentes do cronograma do CRC.

Dentre algumas preocupações para a fiscalização, estão: combate ao leigo, escrituração contábil, contratos de prestações de serviços, cumprimentos de educação continuada, demonstrações contábeis, auditoria, perícia e DECORE.

CONTINUA…

José Roberto Simas – Juliana Marcadella – Carolina Ribeiro – Juliana Padilha

Equipe DM
Sócios e Funcionários

DICKEL E MAFFI Auditoria e Consultoria SS

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