Informativos DM

  • O custo dos produtos agrícolas vendidos – (edição 04 / ano 02_2018)
    INTRODUÇÃO O tema, objeto dessa edição, diz respeito a um dos mais relevantes valores que compõe o resultado das cooperativas agropecuárias, o qual parece não carregar complexidade no processo de mensuração e registro, no entanto, a prática do dia a dia nas cooperativas, especialmente naquelas que possuem uma preocupação maior com a qualidade das informações, tem revelado que merece análise e maior atenção. Para facilitar o entendimento vamos considerar as definições a seguir, as quais normalmente são utilizadas pelas cooperativas agropecuárias: •Safras a liquidar – corresponde a obrigação da cooperativa resultante do produto recebido do quadro social para comercialização. •Valor…
  • NBC TG 04 (R3) Ativo Intangível – (Edição 03 / Ano 02_2018)
    Esse tema tem sido objeto de diversas discussões técnicas, principalmente quando surgem situações de gastos acompanhados de expectativa de benefícios econômicos projetados para períodos seguintes, no entanto, como se poderá observar no breve estudo a norma contempla importantes requisitos a serem atendidos. É necessário que análises de questões práticas sejam feitas a luz de todo o conteúdo da norma, haja visto que no presente material se buscou destacar elementos considerados relevantes, mas de forma descomprometida com todo o seu conteúdo. A NBC TG 04 (R3) estabelece as regras para o reconhecimento, a mensuração e a divulgação de informações sobre os…
  • O Auditor externo e a sua vinculação com as Normas – (edição 02 / ano 02_2018)
    A opção de tratar esse tema em um boletim nasceu da ideia de que a informação é útil na relação entre auditor x auditado. O conhecimento de aspectos relacionados ao trabalho do auditor, especialmente no que tange as normas a que ele está vinculado e, portanto, o espaço que ele tem para se movimentar em torno de determinadas questões que por vezes surgem no contexto dos trabalhos. A auditoria externa se constitui em uma atividade auto regulamentada, o que significa que não carece de alteração na legislação para ter suas regras modificadas. É através de normas editadas pelo Conselho Federal…
  • Controles Internos – (edição 01 / ano 02_2018)
    Clientes e Leitores, A escolha desse tema, para iniciar as edições do nosso informativo, resulta da sua importância no ambiente das organizações e por se constituir em um componente que acredito ser o alicerce de uma boa administração. O assunto é abrangente e poderia ser trabalhado de forma longa. Entretanto, como a proposta do informativo é produzir material objetivo para uma leitura rápida que permita provocar análise e reflexão de cada apreciador no ambiente em que atua, focarei apenas alguns aspectos, os quais considero fundamentais. CONTROLES INTERNOS Referência: Em 1985, nos Estados Unidos, a Comissão Nacional sobre Fraudes em Relatórios…
  • ASPECTOS QUALITATIVOS DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS (Edição 28 – Ano 1_2017)
    Para encerrar nossa série de publicações de 2017 optamos por tratar dos aspectos qualitativos das demonstrações contábeis, nesta edição. Inclusive, porque logo estaremos empreendendo esforços na realização da última etapa dos trabalhos de auditoria para a emissão do relatório de opinião, quando os profissionais da área contábil estarão, também, preparando-as. Inicialmente, cabe destacar que compete aos administradores e profissionais da contabilidade a tarefa de preparar informações fidedignas e aos auditores a de assegurar que o conjunto dessas demonstrações contábeis não contenham distorções relevantes, ou seja: juntos possuem a responsabilidade de assegurar informações adequadas a todos interessados. A Resolução 1.374/11 do…
  • ASPÉCTOS CONTÁBEIS APLICÁVEIS às COOPERATIVAS DE ELETRIFICAÇÃO – (Edição 27 – Ano 1_2017)
    Atualmente as hidrelétricas são a principal fonte de energia do país, havendo interligação entre os segmentos de geração, transmissão, distribuição e comercialização. As cooperativas de eletrificação se encontram inseridas nesse contexto através dos contratos de concessão e permissão do poder público para prestar serviços à população. Em decorrência da Lei n° 11.638/2007, que promoveu alterações na Lei 6.404 e Lei 6.385, ambas de 1976, buscando convergência às normas internacionais de contabilidade, as concessionárias brasileiras de energia elétrica se viram diante de uma situação de incompatibilidade entre os requisitos das normas contábeis convergidas ao padrão internacional e as regras ditadas pela…
  • DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E NOTAS EXPLICATIVAS DE 2017 – OPERADORAS P. DE SAÚDE – (Edição 26 – Ano 1_2017)
    Com a chegada de mais um fechamento anual das demonstrações financeiras apresentamos a seguir os principais aspectos que requer atenção por parte dos profissionais da área contábil e da administração das Operadoras de Planos de Saúde. 1) Modelo das DFs a ser utilizadas no fechamento das demonstrações financeiras e notas explicativas de 2017 e normas contábeis da ANS relacionadas. O modelo a ser utilizada na elaboração das demonstrações financeiras de 2017 é o mesmo que foi contemplado na RN 390/15, devendo inserir as atualizações contempladas na RN 418/16, da ANS, parcialmente transcrita abaixo: Além das notas explicativas, contendo todas as…
  • EVENTOS SUBSEQUENTES – Parte 2/2 (Edição 25 – Ano 1_2017)
    PARTE 2 Retomando o assunto tratado parcialmente no boletim anterior, lembramos que evento subsequente é aquele evento, favorável ou desfavorável, que ocorre entre a data final do período a que se referem as demonstrações contábeis e a data na qual é autorizada a emissão dessas demonstrações, e que esses eventos podem requerer ajustes contábeis ou divulgações em notas explicativas. Exemplos de eventos subsequentes que implicam em ajustes contábeis: a) A cooperativa foi notificada em data posterior ao final do exercício e antes da divulgação das demonstrações contábeis em relação a um tributo que não vinha apurando e também não possuía…
  • EVENTOS SUBSEQUENTES – Parte 1/2 (Edição 24 – Ano 1_2017)
    Parte 1 A NBC TG 24 do Conselho Federal de Contabilidade trata do tema “Eventos Subsequentes”. Nesse boletim trataremos desse assunto pela sua importância no processo de encerramento das demonstrações contábeis. Inicialmente vamos apreciar o conceito de evento subsequente ao período a que se referem as demonstrações contábeis, que de acordo com a referida norma é aquele evento, favorável ou desfavorável, que ocorre entre a data final do período a que se referem as demonstrações contábeis e a data na qual é autorizada a emissão dessas demonstrações. Nessa definição é importante se ter clareza sobre qual a data que é…
  • CONTROLE E REGISTRO DOS PRODUTOS AGRÍCOLAS RECEBIDOS DESACOMPANHADOS DE NF (Edição 23 – Ano 1_2017)
    A legislação fiscal não ampara o recebimento e a estocagem de produtos desacompanhados de nota fiscal, mas como o objetivo desse boletim é tratar da questão do controle interno e dos registros contábeis
  • NBC TG 27 IMOBILIZADO – Parte 2/2 (Edição 22 – Ano 1_2017)
    A depreciação se constitui na forma de reconhecer o valor depreciável dos bens ao longo de sua vida útil, seja como custo de outros componentes do ativo ou diretamente no sistema de resultado como despesa operacional. Essa forma permite o estabelecimento de uma relação entre o padrão de consumo do bem e as receitas.
  • NBC TG 27 IMOBILIZADO – Parte 1/2 (Edição 21 – Ano 1_2017)
    O tema é disciplinado pela NBC TG 27 do Conselho Federal de Contabilidade, sendo tratado no presente boletim aspectos relacionados ao reconhecimento de itens no imobilizado e também de mensuração, além de diversos conceitos importantes, devendo ser tratado no próximo boletim aspectos relacionados a depreciação e divulgações.
  • CUSTOS DE PRODUÇÃO E MENSURAÇÃO AO VALOR JUSTO NA SUINOCULTURA (Edição 20 – Ano 1_2017)
    A atividade de suinocultura envolve ativos classificados como biológicos, cujo tratamento contábil é disciplinado pela NBC TG 29 (R2) – ATIVO BIOLÓGICO E PRODUTO AGRÍCOLA. O conceito de ativo biológico, conforme a NBC TG 29, é um animal e/ou uma planta vivos, portanto, os suínos, enquanto vivos, enquadram-se no conceito de ativo biológico.
  • ATIVO BIOLÓGICO E PRODUTO AGRÍCOLA – Parte 2/2 (Edição 19 – Ano 1_2017)
    Entre outros requisitos de divulgação a entidade deve divulgar o ganho ou a perda do período corrente em relação ao valor inicial do ativo biológico e do produto agrícola e, também, os decorrentes da mudança no valor justo, menos a despesa de venda dos ativos biológicos. Deve ser divulgada uma descrição de cada grupo de ativos biológicos, podendo ser classificados como consumíveis ou de produção e maduros ou imaturos, além dos seguintes elementos:
  • ATIVO BIOLÓGICO E PRODUTO AGRÍCOLA – Parte 1/2 (Edição 18 – Ano 1_2017)
    O tema “ativo biológico e produto agrícola” é tratado na NBC TG 29 do Conselho Federal de Contabilidade, a qual objetiva estabelecer o tratamento contábil e as respectivas divulgações.
  • GUARDA DE DOCUMENTOS ELETRÔNICOS (Edição 17 – Ano 1_2017)
    Com o avanço das tecnologias (era digital), da exigência de emissão de NF Eletrônica e de outras obrigações na esfera do SPED Fiscal, EFD, ECF, ECD e etc., muito se tem questionado como deve ser a guarda dessas informações. Dúvida esta, muito presente entre os profissionais da contabilidade, que segue comentada aqui como “Guarda de Documentos Eletrônicos”. Guarda de Documentos Eletrônicos Procuramos neste trabalho fazer uma abordagem especificamente técnica, com o propósito de reforçar conceitos e esclarecer algumas dúvidas, porém o assunto não se esgota com a nossa pequena pesquisa. Conceito e Importância Vivemos no mundo digital e muitos contribuintes…
  • XVI CONVENÇÃO de CONTABILIDADE do RS e XI ENCONTRO da MULHER CONTABILISTA (Edição 16 – Ano 1_2017)
    De 13 a 15 de setembro de 2017, na cidade de Gramado – RS, aconteceu dois importantes eventos da classe contábil, o XI Encontro da Mulher Contabilista e a XVI Convenção de Contabilidade do RS. Neste evento, representantes da nossa equipe participaram ativamente com empenho e responsabilidade no “Compartilhamento da Informação” para com todos os demais membros da equipe e clientes que permaneceram em seus postos, cumprindo as suas e nossas missões de trabalho.
  • VENDAS COM PREÇOS A FIXAR (Edição 15 – Ano 1_2017)
    “Vendas com Preços a Fixar” é mais um tema de extrema relevância dentro das cooperativas agropecuárias e que, neste exercício, tem se mostrado mais presente devido à falta de interesse dos produtores em faturar o produto depositado nos armazéns das cooperativas. Esta situação é uma das principais causas que levam as cooperativas a efetuarem vendas com preço a fixar, pois através desta operação é possível liberar espaço nos armazéns para o recebimento da próxima safra e, ao mesmo tempo, evitar exposições a possíveis variações de preço.
  • PROPRIEDADES PARA INVESTIMENTO (Edição 14 – Ano 1_2017)
    Parte II Transferência Transferências podem ser necessárias em razão de alterações no uso dos bens, tanto para como de propriedades para investimento. A norma estabelece que essas transferências devem ser feitas quando, e apenas quando, houver alteração de uso, evidenciada pelo seguinte:(a) início de ocupação pelo proprietário, para transferência de propriedade para investimento para propriedade ocupada pelo proprietário;(b) início de desenvolvimento com objetivo de venda, para transferência de propriedade para investimento para estoque;(c) fim de ocupação pelo proprietário, para transferência de propriedade ocupada pelo proprietário para propriedade para investimento;(d) começo de arrendamento operacional para outra entidade, para transferência de estoques…
  • PROPRIEDADES PARA INVESTIMENTOS (Edição 13 – Ano 1_2017)
    O tema Propriedades para Investimentos é tratado na NBC TG 28 do CFC, que tem por objetivo estabelecer o tratamento contábil de propriedades para investimento e requisitos de divulgação através das Notas Explicativas. Conceito Para os efeitos da norma, propriedade para investimento é a propriedade (terreno ou edifício – ou parte de edifício – ou ambos) mantida para auferir aluguel ou para valorização do capital ou para ambas, e não para o uso na produção ou fornecimento de bens ou serviços ou para finalidades administrativas; ou para venda no curso ordinário do negócio. Como se pode ver, esses elementos patrimoniais…
  • SISCOSERV (Edição 12 – Ano 1_2017)
    O SISCOSERV é uma sigla para “Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variações no Patrimônio e foi instituído pela Lei 12.546, de 14 de dezembro de 2011. O sistema é gerido, em conjunto, pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e pela Receita Federal Brasileira (RFB). O SISCOSERV foi criado para controlar os dados das importações e exportações de: • Serviços – manifestação física de uma parte prestando serviço para outra. • Intangíveis – transferência (ou cessão) de direitos ou bens intangíveis. • Outras Operações – que não se encaixam em…
  • TRANSFERÊNCIAS INTERNAS (Edição 11 – Ano 1_2017)
    Esse tema tem sido objeto de discussões no ambiente das cooperativas, especialmente nas agropecuárias. Consideramos muito pertinente de ser analisado e debatido a medida que valorizamos a informação gerencial proveniente da contabilidade. O tema será analisado a luz de duas situações práticas, a saber:Primeira:Cooperativa recebe produtos agrícolas de seus cooperados para os fins de comercialização, mas como também opera com uma indústria, no caso um moinho de trigo, acaba por manter estoques para suprimento das necessidades de matéria prima por um longo período.Segunda:Cooperativa fabrica rações para o atendimento das necessidades de consumo nas atividades dos seus cooperados e transfere toda…
  • AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DAS UNIDADES DE RECEBIMENTO E ARMAZENAMENTO DE GRÃOS – URAG (Edição 10- Ano 1_2017)
    Nas cooperativas agropecuárias os serviços de recebimento, limpeza, secagem e armazenagem de grãos são realizados em unidades geradoras de caixa, as quais, de alguma forma necessitam ter o seu desempenho avaliado. Assim como, também, é necessário se ter avaliação sobre o desempenho da cooperativa na comercialização da produção. Tradicionalmente, a sistemática de avaliação de desempenho dessas unidades tem sido através das receitas de vendas, deduzidos os impostos incidentes, o custo dos produtos vendidos e as despesas operacionais, no entanto, essa sistemática tem se revelado inadequada, entre outras, pelas seguintes razões:a. Nem sempre os produtos recebidos e armazenados são comercializados pela…
  • VARIAÇÕES DE PREÇOS DE PRODUTOS AGRÍCOLAS (Edição 9 – Ano 1_2017)
    CUSTO DOS PRODUTOS VENDIDOS OU RESULTADO FINANCEIRO? Consideramos esse tema de grande importância para os fins de análise e definição, haja visto que da prática que for adotada poderá resultar em informações muito diferentes. A medida que as cooperativas mantém posições equilibradas entre os saldos de estoques e produtos a liquidar o assunto se torna menos relevante, assim como também se torna menos relevante a medida que os preços dos produtos no mercado ativo pouco variam. Para as cooperativas que carregam uma posição de saldos a liquidar a descoberto de anos passados entendemos que não residem dúvidas, devendo as variações…
  • JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO EM COOPERATIVAS (Edição 08 – Ano 1_2017)
    1) PREVISÃO LEGAL A Lei 5.764/71, artigo 24, § 3º, estabeleceu que é vedado às sociedades cooperativas distribuírem qualquer espécie de benefício às quotas-partes do capital ou estabelecer outras vantagens ou privilégios, financeiros ou não, em favor de quaisquer associados ou terceiros excetuando-se os juros até o máximo de 12% (doze por cento) ao ano que incidirão sobre a parte integralizada. (gn) Com base no dispositivo legal às cooperativas tem contemplado em seus estatutos sociais a previsão de atribuição de juros sobre o capital integralizado, via de regra, sujeito a deliberação do Conselho de Administração.A título de exemplo, citamos um…
  • NBC TG 20 (R1) – CUSTOS DE EMPRÉSTIMOS – (Edição 07 – Ano 1_2017)
    (Resolução CFC nº. 1.359/11) As despesas financeiras decorrentes do empréstimo contraído para aquisição de bens do Ativo Imobilizado, tipo leasing financeiro e finame não devem ser incluídas no custo de aquisição dos bens, e sim contabilizados como despesas financeiras pelo regime de competência, já os encargos financeiros de empréstimos e financiamentos de terceiros para a construção ou montagem de bens do imobilizado devem ser capitalizados até o momento em que o bem estiver em condições de operação. O Pronunciamento afirma que os custos de empréstimos que são diretamente atribuíveis à aquisição, à construção ou à produção de um ativo qualificável…
  • FATES – formação, utilização e registros contábeis (Edição 6 – Ano 1_2017)
    A sigla FATES, que significa Fundo de Assistência Técnica Educacional e Social, se origina da lei das sociedades cooperativas. A NBC T 10.8 e 10.21, ambas do Conselho Federal de Contabilidade, definiram, para os fins contábeis, que os fundos previstos na legislação e nos estatutos sociais são denominados de reservas, surgindo, com isso, a sigla RATES. A Lei 5.764/71, artigo 28, inciso II, estabelece a obrigatoriedade de constituição do Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social, destinado a prestação de assistência aos associados, seus familiares e, quando previsto nos estatutos, aos empregados da cooperativa, constituído de 5% (cinco por cento),…
  • CONTROLE CONTÁBIL DE RESERVAS (Edição 05 – Ano 1_2017)
    De acordo com o Art. 28 da Lei 5.764/71, as sociedades cooperativas são obrigadas a constituir o Fundo de Reserva e o Fundo de Assistência Técnica Educacional e Social, podendo, por deliberação da Assembleia Geral, criar outros fundos e reservas, devendo fixar o modo de formação, aplicação e liquidação. Via de regra, a formação de reservas para investimentos decorre de deliberação dos cooperados em assembleia geral, tendo por base proposta da administração, o que resulta na destinação de parte dos resultados à disposição do quadro social. Na prática, a realização de investimentos com os recursos da referida reserva, constituída mediante…
  • NBC TG – 12 AJUSTE A VALOR PRESENTE (Edição 04 – Ano 1_2017)
    PARTE III EXEMPLOS Nesse boletim apresentamos alguns exemplos de cálculo e registro do ajuste a valor presente, tema que foi objeto de considerações nos boletins 02 e 03. Os exemplos são meramente ilustrativos, exclusivamente com a finalidade de demonstrar o cálculo e os registros e promover a análise/estudo de situações que suscitam dúvidas e questionamentos. Fórmula de cálculo: A NBC TG 12, no item 22, estabelece que a quantificação do ajuste deva ser realizada em base exponencial “pro rata die”. Assim, podemos aplicar as seguintes fórmulas (HP ou EXCEL):PV = FV / (1+i)nOnde:PV = valor presenteFV = valor futuroi =…
  • NBC TG 12 – AJUSTE A VALOR PRESENTE ( Edição 03 – Ano 1_2017)
    PARTE II Neste informativo, daremos sequência ao tema da edição anterior, que trata sobre a NBC TG 12 – AJUSTE A VALOR PRESENTE do Conselho Federal de Contabilidade, onde apresentamos a Parte II, com foco para “Os Efeitos Fiscais, a Classificação e os Requerimentos de Divulgação”. “Acompanhe a sequência deste tema, com a Parte – III que será publicada na próxima edição e contará com exemplos práticos. ” Efeitos fiscais Para efeitos fiscais, o valor do ajuste a valor presente sobre saldos de ativos e passivos devem ser submetidos a análise conforme o regramento da NBC TG 32, que trata…
  • NBC TG 12 – AJUSTE A VALOR PRESENTE ( Edição 02 – Ano 1_2017)
    PARTE I Nesta segunda edição do nosso informativo contábil, optamos por realizar um breve estudo a respeito de uma norma que tem imposto aos profissionais da contabilidade e desenvolvedores de sistemas algumas dificuldades. Afirmação esta que apresentamos em razão de raros clientes terem, até o presente momento, implantado a prática do “Ajuste a Valor Presente – AVP” conforme as regras da NBC TG 12 do Conselho Federal de Contabilidade. O tema desta NBC TG 12 será apresentado em três partes, onde:Parte I irá tratar do objetivo, do alcance e da mensuração nesta Edição 02;Parte II tratará sobre os efeitos fiscais,…
  • NBC TG 47 – do Conselho Federal de Contabilidade (Edição de Abertura – Ano 1_2017)
    Prezados Clientes A D&M Auditoria e Consultoria, empenhada em atender aos trabalhos de auditoria, com elevado grau de atendimento dos aspectos técnico e ético, busca influenciar positivamente nos processos de melhoria e desenvolvimento do ambiente de nossos clientes, especialmente de controles internos e nas questões de ordem contábil. Esta iniciativa consiste em, periodicamente, preparar análises e/ou considerações a respeito de determinado assunto, como, por exemplo, uma determinada norma contábil, tendo como principal objetivo o compartilhamento de conhecimentos, através do INFORMATIVO CONTÁBIL DM. Nesta edição, optamos por apresentar considerações a respeito da NBC TG 47 do Conselho Federal de Contabilidade, a…
%d blogueiros gostam disto: